Rafael Amorim
Arquitetura de sistemas e revisão técnica. Doze anos entre bancos digitais e produtos SaaS.
O Modo da Mente nasceu em 2017 de uma inconformidade simples: bons produtos travavam menos por falta de ideias e mais por falta de continuidade. Montamos o estúdio para resolver essa parte.
Os primeiros clientes eram fintechs da Faria Lima que precisavam de mãos experientes sem abrir uma vaga de meses. Entregávamos por ciclos, documentávamos tudo e devolvíamos o controle. O modelo pegou.
Hoje somos quatorze pessoas entre design, engenharia e dados. O que não mudou foi o jeito: uma fila clara, entregas curtas e nenhuma dependência de reunião para o trabalho andar. A gente prefere deixar o código e a documentação falarem.
Não são frases de parede. São critérios que usamos para dizer sim, para recusar um atalho e para revisar o que já saiu da nossa mão.
Preferimos manter bem o que existe a acumular funcionalidades que ninguém sustenta.
Decisões registradas no lugar certo valem mais do que uma boa memória de reunião.
Dizemos o prazo real e o custo real, mesmo quando o mais fácil seria prometer menos.
Você começa e termina dono de tudo. Nenhuma dependência amarrada a nós.
A pergunta que fazemos antes de escrever qualquer linha: isso vai ser fácil de manter daqui a dois anos, por outra pessoa que não estava aqui hoje?
Modo da Mente
As pessoas que respondem pelo seu projeto são as mesmas que colocam a mão no trabalho.
Arquitetura de sistemas e revisão técnica. Doze anos entre bancos digitais e produtos SaaS.
Sistemas de design e pesquisa de produto. Cuida da coerência entre o que se projeta e o que se entrega.
Pipelines, integrações e painéis. Traduz dado disperso em informação que o time de negócio usa.
Ritmo da fila, prioridades e contexto. É quem cuida para que nada trave por falta de informação.
Uma conversa curta costuma bastar para saber se somos o time certo para o seu momento.